Negociação assistida, focada em interesses e viabilidade do acordo, com menor custo e tempo que o litígio tradicional.
Mediação não é “paz e amor”: é método. Estrutura o diálogo, reduz ruído e cria um caminho viável para acordo com confidencialidade e controle de cronograma.
Do desenho do procedimento até o acordo e homologação (quando cabível) — com foco em solução sustentável.
Protege reputação e informações sensíveis, com regras claras do procedimento.
Agenda de sessões, marcos e prazos para não virar conversa infinita.
Indicadores de avanço e pontos de decisão para destravar impasses.
Plano pós-acordo para execução real (sem “acordo de gaveta”).
Se existe espaço para solução colaborativa, mediação costuma ser o caminho mais inteligente.
Destravar uma negociaçãoEntendimento do conflito, partes, interesses e viabilidade de mediação.
Regras, mediador/câmara, cronograma e termo de confidencialidade.
Condução das sessões, termos parciais e construção da solução.
Acordo final, homologação (quando cabível) e plano de implementação.
Não. É recomendada em cenários colaborativos e quando há espaço real para acordo.
Sim, quando cabível, para maior segurança jurídica e executividade do acordo.
Informe o tipo de conflito (societário, contratual, fornecedor/cliente), urgência e o que seria um “acordo aceitável”.
Mediação boa não é a que “parece justa”. É a que funciona e é cumprida.